(POV Dorian Hale)
O som da guerra já não era som — era respiração.
Um coração coletivo batendo junto ao chão, feito de gritos, uivos e aço.
O Eclipse cobria tudo, e a luz vermelha fazia o sangue brilhar como metal vivo.
A montanha tremia, e a fenda dos Exilados já não parecia abrigo — era o centro de um mundo em ruína.
Eu via tudo.
Cada golpe, cada perda, cada lobo caído.
E, entre eles, Selene — a Lua encarnada, caminhando entre chamas e sombras.
Ronan estava de joelhos, exausto, a lança cravad