(POV Elias Drave)
O céu não era mais azul.
Era um abismo vermelho, e nele o sol morria devagar, engolido pela Lua.
O Eclipse havia começado, e com ele, o fim daquilo que eu acreditava ser verdade.
O campo de batalha era um pesadelo vivo.
Corpos caíam, lobos e caçadores se misturavam, sangue virava barro.
Mas eu não via nada disso com clareza.
Tudo o que via era ela —
Selene, no centro do caos, envolta em luz e sombra, lutando como se a Lua tivesse tomado forma de carne.
Por um instante, lembrei