(POV Caelan Quinn)
O vento da montanha cheirava a ferro, e a Lua, ainda vermelha, sangrava devagar sobre nós.
A fenda dormia, mas o selo dela não. Eu sentia o eco do poder percorrendo as rochas como uma respiração viva. Cada pulsar de energia era o lembrete de que a Lua escolhera uma portadora… e condenara todos nós junto com ela.
Selene apareceu no limite da clareira, os cabelos presos num nó improvisado, a pele salpicada de fuligem e luz. Não era mais a menina que tremia sob o peso do selo. E