CAPÍTULO 64
Porque amar às vezes é deitar no silêncio do prazer
Eduard terminou a dose de uísque em um gole seco. O gosto amadeirado desceu rasgando a garganta, mas não mais doía do que os pensamentos que ainda corriam soltos em sua mente.
Respirou fundo. Subiu as escadas devagar. Passos pesados, como se carregasse o peso de um passado que não lhe dava trégua. Ao abrir a porta do quarto, encontrou Alinna sentada em frente ao espelho, com um roupão de algodão claro, penteando os cabelos com m