CAPÍTULO 127
Quando o amor cala, o vazio responde
Alinna Tavares
A rede balançava devagar, rangendo suave, como se soubesse o peso do corpo e do coração que ela carregava. O diário descansava sobre o colo, a caneta entre os dedos trêmulos. O vento do fim de tarde trazia cheiro de mar, mas os olhos de Alinne estavam longe, muito longe dali.
Hoje decidi escrever não sobre este momento aqui nas Maldivas, mas sobre o que ficou para trás. Quero registrar, para mim mesma, como foram aqueles dias