CAPÍTULO 134
Quando o amor enfrenta a incerteza
ALINNA TAVARES
O relógio da recepção parecia zombar de mim. Cada ponteiro que avançava era uma tortura. Eu andava de um lado para o outro, o coração preso na garganta, as mãos ainda manchadas de sangue. O sangue dele.
Caio tinha sido levado às pressas para a sala de cirurgia. Eu só consegui ver quando o empurraram em uma maca, inconsciente, o corpo imóvel e a camisa manchada de vermelho. Eu tentei segui-lo, mas as portas se fecharam diante de mim