Glauco, com elegância, abriu a porta do quarto. Colocou a mão sobre o ombro de Amália para que ela entrasse. Aquele gesto, para ela, era mais do que cortesia, era carinho, era segurança. Como se ele a protegesse o tempo todo. E para alguém como ela, criada de qualquer jeito, sem poder confiar nem na própria família, aquele gesto era precioso.
— Você está cansada. É bom descansar. Voltaremos para Sorrento amanhã. Disse ele, retirando o smoking dos ombros dela ao se aproximar, já com a porta fech