Quando Amália estava “quase lá”, lubrificada e as pernas tremendo levemente, Glauco abriu a braguilha e olhando para o reflexo do rosto dela no espelho, deslizou gentilmente dentro dela.
Amália mordeu levemente o lábio inferior, franzindo as sobrancelhas enquanto um arrepio tomava seu corpo. Um gemido tímido escapou de sua garganta, quase imperceptível, mas carregado de desejo contido.
Glauco a envolvia como quem conhece cada detalhe do próprio domínio. Seus movimentos eram lentos, mas marcados