Enquanto Glauco e Amália, sorrindo, puxavam as malas, desembarcaram em Kiruna por volta das dez da manhã, no horário local. O sol tímido brilhava no céu azul-anil, limpo, com apenas algumas nuvens dispersas. Assim que saíram do aeroporto, o vento frio soprou com força, fazendo os cabelos de Amália dançarem. Ela fechou os olhos, surpresa pelo golpe gelado.
Glauco riu, puxando a mala maior e a dele, enquanto ela lutava para tirar os fios do rosto, segurando a própria mala.
— Meu Deus! Exclamou, r