Glauco saiu da empresa apressado, entrou no carro e ligou para o motorista de Amália. Assim que a chamada foi atendida:
— Vou levá-la para casa.
— Sim, senhor. Vou esperar até que o senhor chegue.
O sol já se punha quando Glauco atravessava as ruas, ansioso. O dia tinha sido tenso, e a ideia de ver Amália era o único bálsamo que o sustentava.
Chegando ao restaurante, estacionou e foi direto ao motorista. Olhou para o relógio, impaciente.
— Onde está ela?
— Ainda não saiu. Respondeu o homem, lan