Amália estava exausta nos braços de Glauco. Ele acariciava suavemente suas costas com a ponta dos dedos, observando seus olhos piscarem cada vez mais lentos, até que, por fim, ela se entregou completamente ao sono.
Glauco sorriu de leve, o canto dos lábios denunciando a paz que sentia ao vê-la descansar. Com cuidado, levantou-se da cama, tomou um banho rápido e, antes de sair, ajeitou as cortinas para que o quarto permanecesse na penumbra, protegendo o descanso dela. Amália se aconchegou contra