Glauco olhou para o celular sobre a mesa e se pegou pensando por que nunca havia dado um telefone a Amália. Também não lhe dera um cartão para comprar o que quisesse… mas ela nunca pediu. Tudo o que tinha, ele havia dado, e ela sempre agradecia. Nunca exigia nada…
Bom, quase nada.
Um sorriso discreto curvou-lhe os lábios ao lembrar da crise de ciúmes, quando ela atirou o quadro de Sofia escada abaixo. Naquele momento, irritou-se. Mas depois, como sempre, acabou admirando-a por ser tão sincera e