Em Sorrento, Glauco levava Amália para casa.
Ela seguia calada, com o celular dele nas mãos. A tela já havia se apagado, mas ela o segurava como se fosse algo precioso.
Ele a observava de relance enquanto dirigia. O silêncio, aquele que sempre lhe fora agradável, agora o incomodava. Olhou para ela: olhar inexpressivo, lábios pálidos.
— Você está bem? Perguntou, tenso.
— Não! Pare o carro.
— O quê? Estranhou. Já estavam quase chegando à mansão.
— Pare o carro! Repetiu ela, tirando o cinto de se