Acordei com a luz filtrando pelas cortinas grossas. Ainda doía — não o corpo, mas o silêncio. O vazio dentro de mim parecia maior do que o quarto em que acordei.
Tomei banho em silêncio, vesti o vestido de seda que tinham deixado na poltrona e desci para encontrar Giovanni já à espera na porta.
Sem muitas palavras, ele me conduziu por um dia inteiro de tarefas: fomos a uma clínica particular, escondida em uma viela silenciosa de Palermo. Um médico me atendeu sem fazer perguntas. Em poucos minut