Ponto de Vista de Mara
Quando finalmente cruzamos os portões da alcateia, um suspiro escapou dos meus lábios antes que eu percebesse.
Era exaustão… mas também alívio.
E, de alguma forma, um tipo estranho de paz.
Eu e Apolo caminhávamos lado a lado, enquanto Arthur mantinha o braço por cima das minhas costas, guiando-me com cuidado, como se o menor vento pudesse me derrubar. E, de certa forma, poderia. A energia da Deusa ainda latejava dentro de mim, oscilando entre forte demais e frágil demai