O calor me sufocava.
Era como se eu estivesse submerso em um mar fervente, lutando para respirar enquanto ondas invisíveis me puxavam para baixo. Eu me debatia dentro da febre, perdido em um labirinto de sensações: dor, desespero, vazio.
E, no meio do caos, havia ela.
"Kira..."
Seu nome escapava dos meus lábios como uma oração, um pedido mudo de socorro, enquanto a febre devorava meus sentidos. Eu não a via, mas a sentia — um farol de presença no meio da escuridão. Algo primal em mim se agarrav