Os dias que seguem são diferentes. Leo não força, não cobra explicações, não promete coisas vazias. Ele simplesmente está. Presente. Constante. E, pouco a pouco, isso começa a quebrar as paredes que ergui em volta do meu coração.
Hoje, no fim do expediente, Felícia aparece com um sorriso malicioso, colocando minha bolsa nas minhas mãos.
— Seu turno terminou, Lucy — ela diz, tentando soar casual. — E o chefe mandou você esperar no estacionamento.
Franzo a testa, desconfiada.
— Mandou?
Ela dá de