Chegamos em casa com as sacolas nas mãos e o coração leve. Lucy está com o urso de pelúcia abraçado ao peito, rindo sozinha da minha empolgação na loja. Mas eu não me importo. Se pudesse, comprava o mundo inteiro pra ela. Pra eles.
— A gente devia guardar tudo isso em uma caixinha especial — ela diz, entrando pela porta da frente.
— Já pensei nisso. Uma caixa da gestação. Vamos guardar as primeiras roupinhas, o primeiro ultrassom, a pulseirinha do hospital… até o primeiro dente se você quiser.