Quando voltamos para a cidade, Leo insiste em me acompanhar até meu apartamento. Eu aceito. Não porque tenha medo dele ir embora, mas porque agora, pela primeira vez, sinto que ele vai ficar. Quando estaciona, ele desce, dá a volta no carro e abre a porta para mim. Segura minha mão e o calor do toque dele percorre minha pele como um choque elétrico.
Subimos em silêncio, mas nossos corpos falam. A tensão é brutal, esmagadora. Quando entramos no meu apartamento, a porta mal fecha atrás de nós e j