Matt estava ali, sentado em uma das mesas ao fundo da cafeteria, como se fosse apenas mais um cliente comum. Tinha diante de si uma xícara de café e um monte de papéis espalhados, que ele revisava com atenção quase obsessiva. Eu o observava de relance, fingindo que arrumava os talheres ou conferia os pedidos, mas não conseguia ignorar a cena. O que me deixava mais confusa era o fato de ele não olhar para mim em nenhum momento. Nenhum. Era como se eu não existisse.
Nick, que parecia captar