Passei o dia inteiro com ele preso na minha cabeça, como uma sombra persistente que não importa o quanto eu tentasse afastar, sempre voltava. Atendi clientes, servi cafés, sorri mecanicamente, mas nada parecia suficiente para me distrair. O medo não fazia barulho, mas estava ali, sólido, constante. Matt poderia voltar. E se voltasse, eu não fazia ideia do que dizer, nem de como reagir.
Quando o expediente finalmente terminou, eu já estava exausta, não só fisicamente, mas pelo peso da apreen