O som da máquina de café era quase hipnótico. O chiado, o vapor subindo, o cheiro forte e quente se espalhando pelo ar. Eu sempre achei reconfortante aquele aroma, mas naquele dia parecia sufocar. Cada vez que o sino da porta tocava, meu coração dava um salto idiota, como se esperasse — ou temesse — ver Matt atravessando o salão.
Fazia três dias que ele tinha aparecido na frente do meu prédio, e desde então, eu não era mais a mesma. Eu tentava seguir o ritmo, sorrir pros clientes, limpar as