Amara desligou o telefone sem perceber.
O quarto estava mergulhado no silêncio, mas seu peito arfava em ansiedade. Ela fixou os olhos na porta, atenta a qualquer movimento. Três horas da manhã. Quem poderia querer algo dela naquela hora?
Então vieram os passos. Lentos, arrastados. Reconheceu-os. Eram de Pitter.
Um arrepio percorreu sua espinha. Não fazia sentido. Com a personalidade dele, jamais entraria em seu quarto sem bater. O que estava acontecendo?
Antes que pudesse organizar os próprios p