Ao mesmo tempo, abaixo do prédio onde Amara se encontrava, em um ponto estratégico com visão totalmente desimpedida, um Maybach preto permanecia estacionado de forma discreta.
Não muito longe dali, uma pequena equipe armada estava em posição, alerta máximo, pronta para agir a qualquer sinal suspeito.
Com a chegada da noite, o ar parecia ter congelado. O silêncio tornava-se opressor, e a tensão se infiltrava lentamente no peito de todos os envolvidos.
Em um canto mais afastado, o telefone de Bernen vibrou de repente.
Ele estava no meio de uma operação delicada e não pretendia atender, mas, ao reconhecer o nome exibido na tela, acabou cedendo.
— Alô?
— Bernen, ouvi dizer que você está em missão — disse Stevão, com um tom inquieto. — Por que não nos avisou?
Antes que Bernen respondesse, outra voz se intrometeu animada:
— E eu? E eu? — acrescentou Léo, claramente ao lado de Stevão.
Bernen franziu levemente o cenho.
— A missão desta vez envolve diretamente a senhorita Amara. Vocês dois têm