A brisa da manhã dançava entre os vinhedos de Montevino, espalhando o perfume das uvas e o som distante de risadas vindo da casa principal. Era um daqueles dias em que o tempo parecia desacelerar, permitindo que a vida mostrasse seus detalhes mais simples — o sol refletindo nos cachos dourados, o vento roçando as folhas, o eco suave dos passos de quem ali cresceu.
Victor observava tudo de longe, encostado na varanda, com uma taça de vinho entre os dedos. Isabella aproximou-se, silenciosa, e pous