Na manhã seguinte, acordei com a luz suave entrando pela fresta da porta do contêiner. Por um instante, fiquei deitada, só ouvindo os sons da vila acordando: o ranger das tábuas no parquinho, o bater ritmado do martelo na obra, o eco distante de uma risada.
Quando saí, o pátio estava cheio de gente. Callum e Nico discutiam sobre a planta baixa de novas casas. Deborah anotava tudo, enquanto June trazia pilhas de madeira marcadas com números.
— Hoje começa pra valer — disse June, ao me ver. — As