Acordei com a luz suave atravessando as cortinas. Por um instante, pensei que ainda fosse o dia do festival, que ainda haveria bancas no pátio, crianças correndo, música no rádio antigo. Mas a casa estava em silêncio, e o cheiro de pão fresco tinha sido substituído pelo aroma de madeira que já começava a perder o verniz.
Sentei na beira da cama, passando os olhos por cada detalhe: o tapete colorido que Gracie me dera, a estante feita de caixotes que Deborah ajudara a instalar, as flores já um p