Antônio Vitorino
-Você quer garantias? — eu perguntei, a voz baixa, quase um rosnado. — Aqui está a sua primeira garantia: eu não quero uma boneca de porcelana. Se eu quisesse uma mulher que dissesse "sim" para tudo, eu teria me casado com qualquer uma das filhas dos outros conselheiros que suspiram quando eu passo. Eu escolhi você. Eu aceitei este acordo com os Mancini porque eu sabia que você era a única mulher capaz de me encarar de frente sem desviar os olhos. Não quero uma mulher que va