A noite caiu pesada sobre o refúgio, mas o sono era impossível. Aedan sentia as marcas em seus braços queimarem como se a própria lua as tivesse entalhado a fogo. As três linhas prateadas pulsavam, e a sensação era de que algo dentro dele se agitava, impaciente. Quando o primeiro lobo ancestral apareceu em seus sonhos — olhos cegos e dentes de sombra —, Aedan soube: o Julgamento da Alma havia começado.
Não havia tempo para preparar o corpo. A prova era da mente, da essência. Era um mergulho nas