A Pedra do Eco Lunar erguia-se como um guardião milenar no centro da clareira, sua superfície marcada por runas que pareciam respirar, emitindo uma leve luz azulada. A bruma ao redor pulsava como se o próprio tempo hesitasse em atravessar aquele espaço. Aedan se aproximou com passos lentos, como se cada movimento seu ecoasse não só no chão, mas na alma da floresta.
— O selo está aqui… — murmurou ele. — Eu posso senti-lo. Está vivo. Está me sentindo também.
Kaela, com o bastão de madeira esc