Os raios do amanhecer filtravam-se por entre as árvores da floresta ancestral, dissipando aos poucos a névoa que envolvera a Pedra do Eco Lunar. A luz dourada caía sobre os rostos cansados dos que permaneceram de pé após o confronto. O silêncio que se seguiu era mais do que ausência de som — era um vazio sagrado, como se a própria floresta estivesse digerindo os ecos do que ali acontecera.
Aedan permanecia ajoelhado diante da pedra, respirando com dificuldade. As runas em sua pele, despertadas