A floresta que se ergueu diante de Elena era familiar… e ainda assim, profundamente errada. As árvores estavam retorcidas, os galhos curvando-se como dedos esqueléticos em direção ao céu sem estrelas. A névoa rastejava pelo chão, densa e úmida como um suspiro de algo adormecido há milênios. Nada se movia, além da brisa que carregava o cheiro metálico de sangue.
No centro daquela paisagem distorcida, ela viu a si mesma. A outra Elena estava parada sobre uma clareira onde a luz era pálida demais