Sem Cláusulas. Sem Condições. Apenas Nós.
O motorista parou exatamente na entrada do prédio da D’Ávila Group. Valentina arqueou uma sobrancelha, olhando pela janela.
— Por que estamos aqui? — perguntou, desconfiada.
Dante abriu a porta para ela, oferecendo a mão com aquele sorriso torto que ela conhecia tão bem — e que, sempre que aparecia, significava uma coisa: ele estava aprontando.
— Só vem. — respondeu, misterioso. — Confia em mim.
Valentina segurou a mão dele, desceu do carro, ajeitou o cabelo e olhou em volta. O prédio estava es