O sol amanheceu de forma diferente naquela manhã. A luz parecia mais dourada, mais suave, como se até o universo compreendesse que aquele não era um dia comum. Era o dia. O dia em que Valentina D’Ávila e Dante Marini, depois de idas, vindas, embates, contratos e recomeços, selariam não apenas um compromisso — mas uma escolha.
O relógio marcava seis e meia da manhã quando Valentina abriu os olhos, antes mesmo do despertador tocar. Por um segundo, ela ficou ali, deitada, olhando o teto do quarto