Dante Marini encarava a tela do notebook, mas pela primeira vez na vida, os gráficos, os contratos e os relatórios pareciam... irrelevantes.
Havia algo maior ocupando sua mente. Algo que fazia o coração — aquele que ele jurava ser à prova de sentimentos — disparar de um jeito desconfortavelmente bom.
"Pedir Valentina em casamento."
Dizer era fácil. Fazer... bem, fazer era outra história.
Ele se levantou, cruzou o escritório moderno de linhas retas, foi até a janela e observou a cidade pulsando