O som mais bonito do mundo, para Valentina, não era mais o tilintar de taças em uma sala de reuniões, nem o barulho do teclado enquanto fechava um contrato milionário. Não.
O som mais bonito, agora, era aquele que preenchia seu lar nas manhãs: o suave balbuciar, seguido de risadinhas e pequenos grunhidos doces de uma vida que ela e Dante haviam colocado no mundo.
No colo de Valentina, aninhada contra seu peito, estava Aurora.
Aurora Marini.
Tão pequena. Tão perfeita. Tão absurdamente linda que