A brisa noturna invadia o quarto de hóspedes, onde Valentina agora dormia sozinha.
Ou tentava.
Desde que saíra da sala de reuniões, sua mente não lhe dera descanso. A discussão com Dante ecoava em sua cabeça como um trovão surdo. Cada palavra. Cada olhar. Cada tensão não consumada.
Mas ela não ia mais ceder.
Não para o orgulho dele. Não para o jogo dele.
No dia seguinte, Valentina chegou cedo à empresa. Antes mesmo que o café estivesse quente. Usava um vestido branco justo, que contrastava