O sol atravessava as cortinas com preguiça, espalhando feixes dourados pelo quarto ainda mergulhado no silêncio. Valentina despertou lentamente, com a pele ainda quente, os músculos relaxados e o corpo marcado por lembranças da noite que tiveram.
Ela se virou na cama, sorrindo ao imaginar Dante ali ao lado, mas encontrou apenas lençóis amarrotados e um espaço vazio.
Franziu o cenho. A ausência dele parecia mais fria do que o ar condicionado no quarto.
Vestiu um robe de seda e desceu as escadas.