POV: Clarice.
O silêncio que me envolvia não era o da morte.
Era o da eternidade.
Eu caminhava sobre um campo coberto de névoa prateada, envolta por um céu estrelado sem fim. As estrelas sussurravam canções que minha mente mal compreendia, mas que meu coração reconhecia. A brisa era suave e úmida, trazendo o aroma de flores que eu nunca vira antes. Tudo era belo... demais. E surreal.
E então ela apareceu.
A Deusa da Lua, envolta em véus prateados, com olhos de eternidade e voz que pare