A alvorada dentro da Garganta da Mãe não era feita de luz. Era feita de ruído. O eco de gotas caindo sobre rochas, o som distante de raízes se movendo sob a terra, e a respiração de um mundo que não havia esquecido quem o feriu.
Clarice foi a primeira a acordar, embora não tivesse realmente dormido. Seu corpo repousara, mas sua mente permanecera acesa, navegando entre lembranças que não eram suas — imagens de rituais antigos, olhos cobertos por véus de sangue, e uma criança que chorava entre as