O caminho de volta até Arkhadia foi silencioso, mas não de paz.
Os ventos que antes cantavam pelas árvores agora sibilavam entre as folhas, como se cada galho carregasse segredos impacientes por serem revelados. A terra, mesmo sob os pés firmes de Ares, parecia instável. Pulsava em ondas sutis — não de tremores, mas de vibração. Como se o mundo respirasse com dificuldade.
Clarice caminhava entre Idran e Nara, os passos contidos. O espelho com o fragmento do mapa agora permanecia preso a uma cor