O silêncio que se seguiu ao fechamento da cratera era quase sagrado.
Não o tipo de silêncio calmo que precede a paz. Mas o silêncio abafado que paira sobre um campo de batalha onde algo antigo foi ferido… mas não morto.
Clarice caminhava lentamente, apoiada no braço de Ares. A espada de Arkhadia ainda vibrava, como se as runas nela não aceitassem repouso. Atrás deles, os cinco guerreiros restantes mantinham formação cerrada, mas os olhos atentos denunciavam o medo contido.
Eles sabiam.
O que ti