Helena acordou com o sol já alto batendo nas cortinas brancas. O braço de Adrian ainda estava jogado sobre a cintura dela, pesado, quente, protetor. Ela sorriu sem abrir os olhos, virando o rosto para o travesseiro dele. O cheiro de Adrian — sabonete, pele, sexo da noite anterior — ainda estava ali.
— Bom dia, minha deusa. — Adrian falou com a voz preguiçosa, ainda sem abrir os olhos.
— Bom dia, meu médico favorito.
Adrian abriu os olhos, encontrou Helena sorrindo, como se soubesse que sua fala