Helena saiu da delegacia de braço dado com Adrian, o ar frio da madrugada batendo no rosto, fazendo ela se lembrar de que tudo foi real. A imprensa ainda gritava atrás do portão, flashes explodindo, mas os seguranças abriram caminho e, em segundos, eles estavam dentro do carro. Portas fechadas. Silêncio.
Ela encostou a cabeça no vidro, os olhos fechados. Ainda sentia o cheiro de pólvora no ar, o sangue do sequestrador respingado no vestido. Adrian segurou a mão dela.
— Vamos para o hotel. Você