Helena continuou olhando para Alexander, sua paciência se esgotando.
— E então, Alexander, onde está minha pulseira?
— Antes, me prometa que vai me ouvir — ele pediu, sua voz quase suplicante.
— Ainda acha que tem direito de querer barganhar comigo?
— Não é barganha, Helena, mas um pedido. Pelos três anos que passamos juntos.
Ela sorriu incrédula. Não sabia como ainda ficava surpresa.
— Mesmo achando que vai gastar saliva à toa, eu escuto o que tem a dizer. Agora, onde ela está?
Alexander