Paloma manteve os olhos fixos no vestido sobre a cama, o coração disparado. O silêncio no quarto era tenso, quebrado apenas pela respiração compassada de César.
— Por quê? — ela perguntou, a voz baixa, mas firme. — Por que agora?
César passou a mão pelo queixo, pensativo, antes de responder:
— Porque minha mãe tem razão. — Seus olhos encontraram os dela, sérios. — Falhei em mantê-la longe dos olhares e das línguas venenosas. Deveria ter mostrado você aos meus amigos, desde o início. Deveria ter