Abriu os olhos preguiçosamente, sentindo o corpo pesado, e só então lembrou de onde estava. O quarto. A noite anterior. César.
Virou o rosto para a janela: o sol já se erguera alto no céu, a claridade intensa indicava que devia passar das oito da manhã.
Levantou-se depressa, correu ao banheiro, lavou o rosto com água fria e tentou alisar com as mãos os vincos da blusa. Dormira com a mesma roupa do jantar, a mesma que agora parecia amarrotada e sem graça. Suspirou. Que figura...
Sob a