César segurou-a pelo cotovelo com firmeza e a conduziu até uma mesa rústica, ladeada por bancos de madeira gastos pelo sol e pelo tempo.
O aperto fez o braço de Paloma latejar, mas ela não deu o gosto de reclamar. Não sabia se ele fazia aquilo de propósito ou se simplesmente ignorava o fato de que não tinha noção nenhuma da própria força.
Quando chegaram, ela se sentou no banco, posicionando-se o mais longe possível dele. Se pudesse, teria se sentado na mesa vizinha.
— Pois então, qual é a sua