SAVANNAH
Respiro fundo, lavo o rosto e tento me recompor. O enjoo cede aos poucos, como uma maré que recua, deixando apenas um cansaço estranho no corpo. Ryder me espera na porta do banheiro, atento demais para alguém que diz estar “bem”.
— Melhor? — pergunta, passando o polegar pela minha bochecha.
— Melhor — respondo, sincera dessa vez.
Ele me guia até a cozinha, a mão firme nas minhas costas. Rose já organizou a mesa com uma eficiência quase terapêutica: pratos, pão, frutas cortadas e uma caneca fumegante de chá de camomila bem à minha frente.
— Isso vai ajudar — ela diz, empurrando a caneca na minha direção.
Dou um gole pequeno, cauteloso. O sabor suave do chá apaga o amargo que ainda insistia na boca. Sinto o estômago finalmente acalmar, como se meu corpo estivesse pedindo exatamente aquilo.
— Obrigada, Rose.
Ela sorri, satisfeita, e se senta conosco.
— Vocês perderam o caos que foi a manhã na casa principal — começa, balançando a cabeça. — O Landon não parava de falar de peças d