SAVANNAH
Acordei com o sol filtrando pelas janelas altas da T0 que Ryder construiu sobre os estábulos, um ninho rústico de madeira e pedra com vista para o rancho adormecido. O ar ainda carregava o cheiro dele — couro, suor e sexo —, misturado ao feno fresco lá embaixo, onde os cavalos relinchavam baixinho. Minha coxa doía gostoso, marcada pelos dedos dele, e o corpo latejava de uma noite que começou com beijos suaves e terminou em gemidos roucos, corpos colados até o amanhecer. Rose insistira em ficar com Lyanna na casa principal, "Vão curtir, seus jovens. A menina tá segura comigo e Beth". Ryder dormia nu ao meu lado, peito largo subindo ritmado, barba por fazer sombreando o maxilar forte, o anel novo brilhando no meu dedo como promessa eterna.
Mas algo martelava minha cabeça desde ontem, uma suspeita fria que a náusea no batizado não explicava. "Por favor, não", murmurei para mim mesma, escorregando devagar da cama king size, os lençóis de linho embolados nos pés dele. Meu robe de